Heróis

Esta menina é um excelente exemplo do que conseguimos alcançar quando queremos ajudar alguém.

video

Não é raro vermos crianças pequenas a querem ajudar o próximo. Há até quem diga que as crianças nascem generosas e cegas às diferenças físicas, étnicas ou sociais. Mas Hailey Fort, com apenas 9 anos, surpreendeu a comunidade onde vive ao iniciar um projeto tão comovente e importante!

O vídeo tem legendas, mas estão em inglês, pelo que lhe deixamos aqui uma tradução livre da reportagem:

“Isto é um rebento de tomate do ano passado” – diz Hailey.

“Com 9 anos, Hailey Fort tem um espírito ecológico…” – começa o repórter.

“Há uns dias atrás eu plantei estes pimentos.”

“…e um coração de ouro.” – continua o repórter.

“Eu vi um senhor pobre na rua e quis ajudá-lo, por isso perguntei à minha mãe e ela disse que sim.”

“Hailey tem ajudado inúmeros sem-abrigo desde os 5 anos de idade. O seu último projeto: esta casa portátil, suficientemente grande para caber um adulto. Ela espera conseguir construir uma dúzia delas, este ano!”

“Para que a chuva não caia em cima deles, para que se sintam seguros e se mantenham secos.” – explica a menina.

“Acho que o mais importante das pessoas reterem é que elas também podem fazer isto.” – argumenta a mãe da menina.

“Os pais da Hailey apoiam, claro, bem como a comunidade e outros dadores, mas tudo é ideia da Hailey.”

“Acho que estas pessoas se surpreendem essencialmente por verem uma menina no seu espaço a perguntar-lhes ‘como é que o posso ajudar?'” – comenta a mãe.

“A maior praga [dos tomates] são as lagartas de tenda.” – conta Hailey.

“No seu jardim, Hailey espera colher mais de 90kg de comida, para dar aos sem-abrigo, este ano – plantando as sementes de um futuro melhor.”

“Eu quero ser uma filantropista.” – diz a menina.

“Uma filantropa? Sabes o que isso é?” – pergunta, divertido, o repórter.

“Uma pessoa que cuida dos outros.” – termina a menina.

Hailey é a prova de que não precisamos de ser ricos, ou donos de um grande império, para mover mundos e ajudar quem precisa de nós.

Artigo original publicado aqui